DIAS, Márcia Mochel

Formatura da Segunda turma do Curso de Especialização em Saúde da Família nos Moldes da Residência

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A coordenadora geral do curso de Especialização em Saúde da Família nos Moldes da Residência, Maria Alice Pessanha, acredita que de alguma maneira tanto os professores quanto os alunos estão contribuindo para as mudanças do modelo apresentado pelo atual sistema de saúde. Outro ponto destacado por ela foi na questão do aprendizado, saindo das salas de aula e indo diretamente para os serviços, onde os alunos aprendem na prática com as dificuldades do dia-a-dia enfrentados nas unidades de saúde. O arquivo está disponível para leitura e/ou download por meio do ícone ao lado.

Saúde da Família: ampliando acesso com qualidade? - Márcia Dias

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No 3º dia do IV Ciclo de Debates Conversando sobre a Estratégia de Saúde da Família da ENSP. O arquivo está disponível para leitura e/ou download por meio do ícone ao lado.

Estratégia de saúde da família como política social: no Brasil e no Rio de Janeiro - debate

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Debate que discutiu as estratégias do Programa Saúde da Família em âmbito nacional e regional, onde os palestrantes Antonio Dercy Silveira Filho, do Ministério da Saúde, e Márcia Mochel Dias da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, levantaram questões sobre mudanças no atual modelo de Atenção Básica, nas esferas federal, estadual e municipal. Antonio lembrou que um sistema de saúde é pautado no processo saúde-doença, em que saúde é entendida como dimensão ao direito à saúde pela população, o que é um grande desafio, pois não basta fazer políticas públicas se a população não interagir cada vez mais com os conceitos de promoção da saúde. Segundo o conferencista, a atenção básica caracteriza-se por um conjunto de ações na promoção e proteção da saúde, como proteção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, desenvolvida no indivíduo e nos coletivos, por meio de práticas gerenciais e sanitárias democráticas e participativas. “Se tudo isso for feito de maneira coerente, resultará numa prática mais humana em comparação ao que vem sendo feito nos serviços de saúde do Brasil”, destaca. Ao encerrar sua apresentação mostrou números da evolução da população coberta por equipes de Saúde da Família implantadas, no período de 1998 a 2005, no Brasil e no Rio de Janeiro. A palestrante Márcia Mochel apresentou um panorama da situação da atenção básica na rede municipal do Rio de Janeiro, que atualmente, conta com 835 unidades básicas de saúde, sendo 135 voltadas para atenção básica. Comenta que, desse total, 44 unidades contam com 127 equipes de Saúde da Família implantadas e que a perspectiva para 2007 é expandir para 260 equipes, sendo 45% para atuação na região oeste, além disso, outros 15 postos de saúde serão transformados para atuar no modelo de saúde da família, ampliando a parcela da população assistida pelo programa no município. Destaca cinco pontos considerados como os desafios da atenção básica no Rio de Janeiro, que são tratados como prioridades da Secretaria Municipal de Saúde. São eles: Formação dos profissionais, territórios na cidade – logística de implantação, segurança – conflitos nas áreas, desigualdades sociais e financiamento – repasses e participação do estado. O arquivo está disponível para audição e/ou download no ícone ao lado.

Atenção Básica na SMS - Rio.

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Apresentação que expõe um panorama da situação da atenção básica na Rede Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, que atualmente, conta com 835 unidades básicas de saúde, sendo 135 voltadas para atenção básica. Desse total, 44 unidades contam com 127 equipes de Saúde da Família implantadas e a perspectiva para 2007 é expandir para 260 equipes, sendo 45% para atuação na região oeste, além disso, outros 15 postos de saúde serão transformados para atuar no modelo de saúde da família, ampliando a parcela da população assistida pelo programa no município. Destaca cinco pontos considerados como os desafios da atenção básica no Rio de Janeiro, que são tratados como prioridades da Secretaria Municipal de Saúde. São eles: Formação dos profissionais, territórios na cidade – logística de implantação, segurança – conflitos nas áreas, desigualdades sociais e financiamento – repasses e participação do estado.
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