Saúde Coletiva

Saúde Coletiva ou restauração da Saúde Pública

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Apresentação (power-point) de Jairnilson Silva Paim, professor titular do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), durante a abertura do ano letivo  (2014) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), realizada no auditório térreo da ENSP no dia 26 de março de 2014.Em sua exposição, Paim traçou um histórico da formação do campo da Saúde Coletiva no Brasil, iniciado com o movimento da Reforma Sanitária, e apresentou os valores, projetos e perspectivas da Saúde Pública e Saúde Coletiva no país. Aborda também os problemas decorrentes do financiamento e da má formação de Recursos Humanos para o SUS, apontando ainda algumas diferenças entre os conceitos de Saúde Pública e Saúde Coletiva.

Abertura do Ano Letivo da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - 2008 - Slide.

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Vídeo apresentado na cerimônia de abertura do ano letivo de 2008 e foi elaborado pela equipe da Coordenação de Comunicação Institucional da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (CCI/ENSP). A animação traz frases de exaltação à mulher ditas por várias personalidades como: Milton Nascimento, Cora Coralina, Elis Regina, Chico Buarque de Holanda, Rita Lee, entre outros.

O Campo da Saúde Coletiva: panorama e perspectivas.

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Arquivos de áudio e texto contendo a aula inaugural do ano letivo de 2008 da ENSP, que teve como convidada a Coordenadora da Área de Saúde Coletiva da CAPES/MEC e Professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), Rita Barradas Barata, que abordou o panorama atual da saúde coletiva em relação à pós-graduação brasileira, a capacidade de incentivo a pesquisa pelos órgãos competentes e os desafios para o triênio 2008 – 2010. A palestrante também apontou dados que mostram que a taxa de crescimento dos cursos de pós-graduação na área de saúde coletiva, entre os anos de 1993 a 2006, teve o maior crescimento em relação as demais áreas do conhecimento, contando hoje com 46 programas de pós-graduação. Dentre os principais problemas identificados pela professora está a distribuição dos pesquisadores pelas cinco regiões do país, ou seja, a maior concentração está localizada no sudeste, o norte infelizmente não possui nenhum curso, o centro-oeste apenas um e a região nordeste é a que teve o maior crescimento no número de cursos, ampliando a desconcentração da formação no país. Ao final de sua apresentação, Rita mostrou um amplo panorama das notas dadas pela CAPES aos cursos de pós-graduação, o tempo médio de titulação de mestrandos e doutorandos, a inserção de alunos novos, o número de docentes permanentes por instituição de ensino e os desafios a serem enfrentados pela área de saúde coletiva.
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