Ética

Espiritualidade e Saúde

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Diversos estudos apontam que ter uma espiritualidade pode trazer mais qualidade de vida e isso pode ter um impacto positivo na saúde. No entanto, esse é um tema que costuma ser tabu em consultórios e atendimentos de saúde, porque a maioria das pessoas acredita que ciência e espiritualidade não podem se misturar. Nesta edição, o Ligado em Saúde traz um convidado que pensa que a espiritualidade de um paciente não deve ser ignorada no atendimento com um profissional de saúde, o professor de Psiquiatria e diretor do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde (NUPES) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Alexander Moreira Almeida. O programa fala sobre a espiritualidade no cuidado à saúde, mostra uma faculdade de medicina que oferece uma disciplina sobre espiritualidade em seu curso de graduação e conta como é possível abordar o assunto numa consulta sem ultrapassar nenhum limite ético.

Governing biotechnologies: some ethical and material ingredients for an innovating cooking - debate

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Atividade realizada no salão internacional da ENSP, no dia 9 de novembro de 2011. Arquivo disponível para audição e/ou download no ícone ao lado.

Aborto: um problema de saúde pública e de direito das mulheres - Vai pensando aí (Ipas brasil) - vídeo

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O Vídeo 'Vai pensando aí' foi apresentado durante o Ceensp: Aborto como Questão de Saúde Pública: análise situacional do aborto, realizado no Auditório do Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), no dia 3 de novembro de 2010. As evidências têm demonstrado que a simples proibição do aborto em nada tem contribuído para diminuir sua prática entre as mulheres. Há países com legislações restritivas que apresentam taxas elevadas de aborto entre mulheres em idade reprodutiva. Em contraste, há países que asseguram ampla autonomia da mulher em decidir pelo destino da gravidez, nos quais as taxas de aborto estão entre as mais baixas. No Brasil, o aborto é considerado crime, com duas exceções: em caso de risco de vida para a mulher e em caso de estupro. Apesar disso, estima-se que no Brasil, são realizados mais de um milhão de abortos ilegais e inseguros a cada ano. Além disso, ocorrem cerca de 250 mil internações por ano para tratamento das complicações de aborto no Brasil. As mulheres com piores condições sócio-econômicas e mais vulneráveis são as principais prejudicadas com a lei restritiva em relação ao aborto, que gera um aprofundamento da desigualdade e injustiça social. Tais mortes e seqüelas não têm recebido a devida atenção da sociedade, apesar de grupos de defesa dos direitos das mulheres, profissionais da área da saúde e alguns setores do governo já terem se posicionado sobre a necessidade de debate sobre este grave problema de saúde pública. Setores conservadores organizados têm impedido o avanço do debate no Legislativo e no Executivo sobre a necessidade de revisão da lei penal atual, na perspectiva dos direitos humanos das mulheres. O vídeo está disponível para visualização e/ou download no ícone abaixo http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/dados/vid_976817267.avi

Avaliação e capacitação do Sistema CEP-CONEP.

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O autor faz uma avaliação dos dez anos do sistema CEP-Conep, analisando os avanços e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
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