Violência

Seminário de adesão do Comitê Pró-Equidade de Gênero - abertura

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A solenidade contou com as presenças do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, do Vice-presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, Valcler Rangel, do diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, da presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Rio de Janeiro e superintendente Estadual dos Direitos da Mulher, da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Cecília Soares e da coordenadora do Grupo Direitos Humanos e Saúde Helena Besserman da ENSP/Fiocruz, Maria Helena Barros de Oliveira. O arquivo está disponível para audição e/ou download no ícone ao lado.

Jovens abandonam o tráfico pela família e por medo de morrer

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Esta pesquisa é fruto da tese de doutorado de Zilah Meirelles, realizada no Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP/Fiocruz), intitulada 'Nas Viradas da Vida: jovens que romperam com o mercado do tráfico de drogas em favelas da cidade do Rio de Janeiro'. Os arquivos estão disponíveis em vídeo e link de acesso nos ícones ao lado.

Agência de Notícias dos Direitos da Infância - ANDI.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra do Secretário Executivo da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), Veet Vivarta, que tratou do envolvimento da mídia com a saúde e o papel da Agência em defesa dos direitos da criança e do adolescente. O palestrante traçou um histórico da criação da ANDI, sua missão, objetivos e a atual configuração da agência, que está localizada em 11 estados brasileiros e espalhada em 13 países da América Latina. Em seguida trouxe números da pesquisa "Balas Perdidas – um olhar sobre o comportamento da imprensa brasileira quando a criança e o adolescente estão na pauta da violência", realizada em 2001. O estudo analisou 131.617 matérias de 45 jornais impressos com o foco na violência sobre a infância e adolescência, entre os anos de 1996 e 2004. O palestrante também mostrou os resultados de outra pesquisa, realizada em 2004, que analisou 46 jornais impressos de 24 estados da federação, totalizando 1.140 textos jornalísticos, além de compará-los com o contexto latino-americano, seja na questão da violência, nas políticas públicas ou na legislação dos países.

O impacto da violência: a questão nacional e a questão social.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra do Professor da Universidad Nacional de Lanús (Argentina), Hugo Spinelli, que tratou de exclusão social e violência na Argentina. O palestrante apresentou um histórico da violência na constituição da nação argentina durante os séculos XIX e XX, onde as lutas estiveram presentes nos movimentos dos trabalhadores, nos movimentos estudantis, nos movimentos sociais, processos democráticos, etc. Spinelli apresenta a violência como um problema de saúde pública e para isso cita vários dados estatísticos sobre mortalidade, PIB, desemprego, pobreza, homicídios, entre outros, para comprovar essa idéia. Por fim, pediu a reflexão dos participantes sobre a funcionalidade da violência como forma de resolução da questão social.

Apresentação de propostas do sistema de saúde para o enfrentamento da violência nos países representados.

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Arquivo de áudio contendo as discussões que aconteceram durante a mesa composta pela pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES), Edinilsa Ramos de Souza, pelo professor da Universidad Nacional de Lanús (Argentina), Hugo Spineli e pelo professor da Universidad Nacional de Colombia, Saúl Franco. O objetivo da mesa foi a apresentação de propostas para o enfrentamento da violência na América Latina e os impactos e as causas das diversas formas de violência na saúde de crianças e adolescentes.

O papel da mídia na prevenção da violência (debate).

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Arquivo de áudio contendo o debate que ocorreu após as palestras apresentadas na mesa do dia 29 de novembro de 2007. Participaram das discussões a representante do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, Silvia Ramos, a Pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli, Kathie Njaine, e o Secretário Executivo da Agência Nacional dos Direitos da Infância (ANDI), Veet Vivarta. Os debates abordaram questões relevantes quanto ao papel da mídia, a prevenção da violência e a proteção dos direitos das crianças e adolescentes.

Carta do Rio de Janeiro Frente à Violência na América Latina (Espanhol).

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Carta redigida durante o Seminário Internacional sobre Violência, que será enviada aos Ministérios da Saúde dos países participantes e tem como foco a violência na América Latina. Participaram da elaboração pesquisadores e profissionais de saúde do Brasil, Colômbia, Argentina, Venezuela, Honduras, Canadá, Espanha e Estados Unidos. Dentre as propostas de enfrentamento da violência estão o fortalecimento da democracia, a implementação de políticas públicas e ações do estado e da sociedade que transformam os contextos que produzem e facilitam a violência na região, a formulação e implementação de políticas públicas de prevenção da violência e promoção da vida em todos os níveis do Estado e da sociedade, além da introdução do problema da violência na agenda política e pública em todos os níveis da sociedade e dos governos.

O papel da mídia na prevenção da violência.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra da pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES), Kathie Njaine, sobre o papel da mídia na prevenção da violência. A palestrante traçou um histórico das primeiras pesquisas sobre a influência da mídia na violência, iniciadas nos Estados Unidos, além de citar as normas internacionais em relação à violência na mídia. Kathie também trouxe dados de uma pesquisa de 1999 realizada entre o CLAVES e a UNESCO, abordando 1.222 jovens, onde, segundo os entrevistados, os programas de TV privilegiam a imagem de uma juventude hegemônica, mas em relação à juventude pobre e negra mostra uma imagem associada à criminalidade. A autora expôs também os esforços da OPAS e OMS, através de alguns documentos, que buscam estimular as pesquisas neste campo, além dos resultados de um estudo que analisou, nos meses de outubro e novembro de 2004, 2.849 matérias jornalísticas sobre aspectos positivos e negativos da ação da polícia. Ao final de sua palestra a autora discutiu ações para que a mídia possa ajudar a prevenir a violência.

Carta do Rio de Janeiro Frente à Violência na América Latina (Inglês).

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Carta redigida durante o Seminário Internacional sobre Violência, que será enviada aos Ministérios da Saúde dos países participantes e tem como foco a violência na América Latina. Participaram da elaboração pesquisadores e profissionais de saúde do Brasil, Colômbia, Argentina, Venezuela, Honduras, Canadá, Espanha e Estados Unidos. Dentre as propostas de enfrentamento da violência estão o fortalecimento da democracia, a implementação de políticas públicas e ações do estado e da sociedade que transformam os contextos que produzem e facilitam a violência na região, a formulação e implementação de políticas públicas de prevenção da violência e promoção da vida em todos os níveis do Estado e da sociedade, além da introdução do problema da violência na agenda política e pública em todos os níveis da sociedade e dos governos.

Pensando desde Colombia la violencia Latinoamericana.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra do Professor da Universidad Nacional de Colombia, Saúl Franco, que fez uma radiografia da violência colombiana. O convidado chamou a atenção para o fato de que a violência em seu país deve servir de advertência para todos os outros países, mas enfatizou a necessidade de reconhecer as semelhanças e diferenças nas violências entre os países. Para Saúl, a impunidade, as iniqüidades e a intolerância são aspectos estruturais para a expansão da violência em seu país e na América Latina e, para contorná-la, deve-se dar importância a realização de eventos internacionais para a troca de experiências. Ao final, o palestrante enfatizou a necessidade da criação de uma Rede Latino-Americana de Estudos de Violência e Saúde, a realização de projetos de investigação cooperativos e a realização periódica de eventos de socialização e debate sobre temas gerais e específicos da violência.

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