Rio Amazonas

A contaminação por substâncias tóxicas persistentes na biota Amazônica: mercúrio e DDT.

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mantém, a mais de 20 anos, um convênio com a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) que tem por objetivo monitorar a qualidade da água do rio Amazonas e seus afluentes e o impacto na saúde da população e da região. O estudo teve início na década de 80, onde se concentrou nos garimpos de ouro do Rio Madeira e a análise dos reservatórios das hidroelétricas devido ao uso do mercúrio e na década de 90 a dinâmica dos inseticidas DDT (malária). Apresenta vários gráficos contendo a evolução da contaminação da região, seja na qualidade da água do Rio Amazonas e seus afluentes, na erosão do solo, no desaparecimento dos peixes e o impácto na população e seus descendentes, através do cromatograma dos peixes e do leite materno.
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