Dengue

Aedes X Culex - módulo 4

Descrição: 
"Módulo 4 - Aedes X Culex", faz parte do conjunto de videoaulas "Aedes aegypti - introdução aos aspectos científicos do vetor" que foi pensado para ajudar a rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais um pouco sobre a dengue e seus impactos. Neste módulo o pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) José Bento Pereira Lima, explica que é comum as pessoas confundirem o mosquito da dengue com o pernilongo. Ele destaca as principais diferenças entre eles, a começar pelo comportamento: o mosquito da dengue é diurno, enquanto o pernilongo comum é noturno. O especialista explica que, embora a atividade do Aedes aegypti seja predominantemente durante o dia, ele é um mosquito oportunista, podendo aproveitar uma ocasião favorável para se alimentar mesmo durante a noite. Outra diferença entre o Culex e o Aedes está relacionada à coloração. Enquanto o pernilongo comum é marrom, o mosquito da dengue é mais escuro, apresentando listras brancas pelo seu corpo, e uma à semelhança do desenho de uma lira em seu tórax. Outra diferença entre as espécies é com relação aos criadouros: o Aedes prefere os criadouros artificiais, com pouca matéria orgânica, enquanto o pernilongo comum prefere águas poluídas. Outra diferença significativa está relacionada à postura de ovos. O Aedes aegypti deposita pequenos grupos de ovos, distribuídos pelas bordas de diversos criadouros. Já o Culex coloca todos ao mesmo tempo, no mesmo espaço e de forma agrupada, como uma minúscula jangada, sobre a água.

Criadouros e Hábitos - módulo 3

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"Módulo 3 - Criadouros e Hábitos", faz parte do conjunto de videoaulas "Aedes aegypti - introdução aos aspectos científicos do vetor" que foi pensado para ajudar a rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais um pouco sobre a dengue e seus impactos. O módulo tem início com o pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) José Bento Pereira Lima mostrando, em laboratório, porque é importante eliminar os criadouros de Aedes aegypti: em apenas 10 minutos de contato com a água, ovos do mosquito que podem ter sido colocados até um ano atrás eclodem dando origem a uma larva em apenas 10 minutos. Em seguida, o pesquisador do IOC Ademir Martins fala sobre a diferença de atitude frente a cada tipo de criadouro e destaca a importância de saber identificar quais devem ser tratados, vedados ou eliminados. A bióloga Gabriela Garcia fala sobre os criadouros em ambiente doméstico e como evitá-los: mostra o exemplo de vasos de plantas, lixeiras e calhas que podem acumular água limpa e parada, tornando-se um possível criadouro. Já a arquiteta e especialista em conforto ambiental para insetos da Fiocruz, Márcia Adegas, explica como interferir estrategicamente em ambiente doméstico. Ela apresenta soluções práticas para evitar a proliferação de criadouros, mostrando a construção correta de um caimento de água de um ralo e como utilizar uma tela mosquiteiro para evitar focos do mosquito em ralos e canaletas. A bióloga Priscila Medeiros sinaliza os locais preferenciais de repouso do Aedes dentro do ambiente doméstico: nichos de móveis, cortinas, estantes e o vão embaixo da mesa são alguns locais preferidos. Abordando o tema ‘Voo e dispersão’, o biólogo Luiz Paulo Brito explica que o Aedes aegypti vive em ambientes vinculados ao homem, relacionando seu deslocamento principalmente à alimentação e à postura de ovos.

Febre Amarela: áreas com e sem recomendação da vacina no Brasil

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Infográfico sobre febre amarela em PDF publicado pelo Ministério da Saúde, 2013 que apresenta áreas com e sem recomendação da vacina no Brasil, os mosquitos transmissores (Aedes aegypti e Haemagogus). O Aede aegypti, o mesmo transmissor da dengue, é também o vetor da febre amarela urbana. No Brasil, desde 1942, não há casos registrados de transmissão urbana da doença. Os mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira de rios, são os transmissores da febre amarela silvestre. Créditos: Ministério da Saúde Arte: Bruno Oliveira

Dengue, chikungunya e zika: origens

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Infográfico que tem por objetivo fortalecer a rede de assistência à saúde e conscientizar a população sobre as medidas de prevenção contra o mosquito transmissor das três doenças. explica como fazer a prevenção e quais as medidas para prevenir a febre chikungunya e outras arboviroses em expansão no Brasil. São três doenças infecciosas transmitidas por mosquitos (arboviroses), particularmente por Aedes aegypti e Aedes albopictus. Conteúdo e edição: Flávia Lobato; consultoria e colaboração: Rivaldo Venâncio da Cunha (Fiocruz MS e UFMS).

Fascículo 5: Dengue II - O caminho do vírus da dengue

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Este fascículo revela informações simplificadas sobre biologia, ecologia e morfologia do mosquito Aedes aegypti, infectado ou não pelo vírus da dengue. Através de elementos lúdicos, são propostas atividades recreativas para a fixação do conhecimento sobre o ciclo de vida do vetor da dengue, com o objetivo de encontrar respostas para a pergunta: o que fazer para controlar a disseminação da dengue? Autoras: Izabel CN Araújo, Tania C Araújo-Jorge, Rosane MS MeirellesA série de fascículos “Com Ciência na Escola” é uma publicação do Setor de Inovações Educacionais do Laboratório de Biologia Celular, vinculado ao Departamento de Ultra-estrutura e Biologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz.Os diversos fascículos se dispõem a auxiliar técnica e cientificamente o desenvolvimento de experimentos participativos em salas e laboratórios nas escolas. Apresentamos sugestões de atividades práticas, com observação e experimentação, para introduzir a construção de conceitos básicos de biologia com alunos. Convidamos aluno e professor a participar ativamente da investigação científica e compreender, de maneira simples, diversas questões que envolvem fenômenos biológicos. Os fascículos poderão servir como guia para atividades; porém, mais importante que segui-los à risca é criar condições para que a investigação científica aconteça de maneira agradável, livre e criativa.  

Fascículo 4: Dengue I - Brincando para descobrir novidades

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Apresenta quatro atividades que revelam de forma lúdica a biologia, a morfologia e os hábitos de vida do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A partir de quebra-cabeças e de um jogo dos erros, o aluno é convidado a compará-lo a outro mosquito do mesmo gênero (o Aedes albopictus, transmissor da dengue em países asiáticos) e ao pernilongo comum (Culex quinquefasciatus). Já o jogo da memória convida a conhecer as etapas do ciclo de vida do vetor. Autores: Rosane M. S. Meirelles, Lucia M. Ballester, Genilton J. Vieira, Heloisa M. N. Diniz, Tania C. Araújo-Jorge. A série de fascículos “Com Ciência na Escola” é uma publicação do Setor de Inovações Educacionais do Laboratório de Biologia Celular, vinculado ao Departamento de Ultra-estrutura e Biologia Celular do Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz.Os diversos fascículos se dispõem a auxiliar técnica e cientificamente o desenvolvimento de experimentos participativos em salas e laboratórios nas escolas. Apresentamos sugestões de atividades práticas, com observação e experimentação, para introduzir a construção de conceitos básicos de biologia com alunos. Convidamos aluno e professor a participar ativamente da investigação científica e compreender, de maneira simples, diversas questões que envolvem fenômenos biológicos. Os fascículos poderão servir como guia para atividades; porém, mais importante que segui-los à risca é criar condições para que a investigação científica aconteça de maneira agradável, livre e criativa.

A doença de Chagas na região Amazônica - módulo 1

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Módulo I do Manual de capacitação na detecção de trypanosoma cruzi para microscopistas de malária e laboratoristas de malária e laboratoristas da rede pública. Esta apostila, originária do Laboratório de Doenças Parasitárias do Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, foi idealizada para cursos de capacitação de técnicos no diagnóstico parasitológico da infecção chagásica, na identificação de vetores e na conduta com pacientes com doença de Chagas na Amazônia Brasileira desde 2006, se transformou, em 2008, em um manual para uso nos nove países da Região Amazônica, graças ao apoio da Organização Pan-Americana da Saúde. Neste ano de 2012 está sendo lançada a 2ª edição revisada e atualizada para ser distrubuída seguindo o mesmo fluxo da primeira. O manual é o fruto do esforço de vários profissionais - pesquisadores, técnicos e estudantes, particularmente das Dras. Angela Cristina Verissimo Junqueira e Teresa Cristina Monte Gonçalves (coordenadoras) e dos Drs. Carlos José de Carvalho Moreira e Pedro Albajar Viñas, e tantos outros consultores e colaboradores, relacionados no seu início com as respectivas instituições a que pertencem.

Biologia do Aedes - módulo 2

Descrição: 
Módulo 2 - Biologia do Aedes, que faz parte do conjunto de videoaulas "Aedes aegypti - introdução aos aspectos científicos do vetor" que foi pensado para ajudar a rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais um pouco sobre a dengue e seus impactos. Começa levantando uma questão inquietante: Por que, dentre tantos mosquitos que existem, o Aedes aegypti interessa? O pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Rafael Freitas explica a importância do inseto, responsável pela transmissão da dengue, do ponto de vista da saúde pública. Ele mostra que na doença existem três componentes: o mosquito, o vírus e o homem, sendo o mosquito o mais fácil de ser controlado. O especialista explica que o inseto possui três fases muito diferentes de vida: o ovo, a fase aquática (com as etapas de larva e pupa) e a fase adulta, em que o mosquito chega a sua forma alada. Ele também explica que a temperatura pode acelerar o tempo de desenvolvimento do mosquito. Em seguida, o biólogo Gabriel Sylvestre explica que o A. aegypti vive aproximadamente 30 dias em condições normais e que, durante este período, precisa se alimentar. No caso das fêmeas, a alimentação com sangue é necessária como parte do processo de maturação dos ovos. Uma curiosidade: a cada picada, a fêmea pode sugar até duas vezes seu peso em sangue. O processo de inoculação do vírus da dengue, que pode acontecer durante a picada, também é explicado durante o módulo.

Curso de atualização do manejo clínico da dengue

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 Este curso é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). O objetivo da iniciativa é fazer com que médicos e enfermeiros da atenção básica e da urgência e emergência aprendam ou se aperfeiçoem no diagnóstico e tratamento da dengue. A expectativa é de que a capacitação dos profissionais, por meio de quatro casos clínicos que ocorrem comumente no dia a dia, possibilite uma redução ainda maior dos casos graves e da mortalidade pela doença.Por meio do esforço das autoridades brasileiras e da sociedade civil para controlar a doença, o Brasil conseguiu reduzir em 28% o número de casos de dengue entre 2010 e 2011. Os registros e óbitos da doença também têm alcançado significativas quedas ao longo dos anos.A redução sustentada no número de casos graves e óbitos se deve, principalmente, à organização da rede pública de saúde em todo o país, a ampliação no fluxo de atendimento e, sobretudo, ao diagnóstico precoce. Também se destaca como contribuição para esta redução, o esforço dos profissionais de saúde e as atividades de vigilância e controle do mosquito Aedes aegypti, realizadas pelos agentes de saúde e população, contribuindo dessa maneira na redução do impacto das epidemias de dengue.Neste ano, o governo federal repassou a um conjunto de munícipios vulneráveis para ocorrência da doença, um adicional de recursos de R$ 92,8 milhões para ações de prevenção e controle.O curso é composto por módulos, totalmente autoinstrutivo, não há tutores, podendo ser feito diretamente pela internet. São quatro casos clínicos a serem solucionados pelos participantes. Cada caso deve demandar, em média, 15 minutos para ser completado, podendo estender-se de acordo com a necessidade de pesquisa dentro do conteúdo do curso.A plataforma à distância é compatível com smartphones. Assim, o profissional de saúde poderá acessar o conteúdo via Ipad ou Iphone. Outra opção é efetuar o download do conteúdo e desenvolver o curso sem acesso à rede, por computador ou celular.Médicos e enfermeiros podem ainda compartilhar experiências por meio de redes sociais, como o Facebook e, também, participar de enquetes e fórum de discussão promovidos na plataforma do curso. Outra ferramenta disponível é um aplicativo para o sistema Android que pode ser baixado no celular para guiar o profissional da saúde quando efetuar a classificação clínica da doença.Nós acreditamos que esse curso será uma ferramenta adicional na qualificação de nossas equipes de médicos e enfermeiros da atenção básica e de urgência e emergência, pois oferecerá os conhecimentos necessários para manejar, diagnosticar e tratar os casos de dengue.

Curso de Atualização do Manejo Clínico da Dengue

Descrição: 
Este curso é resultado de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). O objetivo da iniciativa é fazer com que médicos e enfermeiros da atenção básica e da urgência e emergência aprendam ou se aperfeiçoem no diagnóstico e tratamento da dengue.A expectativa é de que a capacitação dos profissionais, por meio de quatro casos clínicos que ocorrem comumente no dia a dia, possibilite uma redução ainda maior dos casos graves e da mortalidade pela doença. Por meio do esforço das autoridades brasileiras e da sociedade civil para controlar a doença, o Brasil conseguiu reduzir em 28% o número de casos de dengue entre 2010 e 2011. Os registros e óbitos da doença também têm alcançado significativas quedas ao longo dos anos.O curso é composto por módulos, totalmente autoinstrutivo, não há tutores, podendo ser feito diretamente pela internet. São quatro casos clínicos a serem solucionados pelos participantes. Cada caso deve demandar, em média, 15 minutos para ser completado, podendo estender-se de acordo com a necessidade de pesquisa dentro do conteúdo do curso. A plataforma à distância é compatível com smartphones. Assim, o profissional de saúde poderá acessar o conteúdo via Ipad ou Iphone. Outra opção é efetuar o download do conteúdo e desenvolver o curso sem acesso à rede, por computador ou celular.

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