Parto Normal

Novas regras para o Parto Normal na Saúde Suplementar

Descrição: 
Recentemente foram divulgadas pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar as novas regras para estimular o parto normal na rede privada. O Brasil é o país que mais faz cesariana no mundo. Na rede privada, cerca de oitenta e cinco por cento dos partos realizados são cesáreos. Na rede pública esse índice é de quarenta por cento. A Organização Mundial da Saúde recomenda apenas quinze por cento. Você vai entender quais são as novas regras para os planos de saúde e por que a mentalidade tanto das grávidas quanto dos médicos com relação ao parto normal precisa mudar. A apresentadora Mônica Bittencourt conversou com Renato Sá, obstetra e pesquisador do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). Participantes: Eveline Monteiro, mãe da Alícia e do Angelo.

Parto Consciente [Parto Humanizado]

Descrição: 
O Parto Consciente defende a ideia de construirmos modelos mais felizes de vivenciar a experiência do parto, independente da via de nascimento. É importante as mulheres terem acesso a informações seguras para participarem ativamente de todo o processo. A apresentadora Marcela Morato conversa com a obstetra do Hospital de Saracuruna-RJ, Mariana Ferreira sobre a decisão de um parto consciente. Participações: Roberta Lima e Dudu Viana, mãe e pai da Júlia e da Eduarda. [O conceito de humanização da assistência ao parto pressupõe a relação de respeito que os profissionais de saúde estabelecem com as mulheres durante o processo de parturição e, compreende: 1. o parto como um processo natural e fisiológico; 2. respeito aos sentimentos, emoções, necessidades e valores culturais; 3. disposição dos profissionais para ajudar a mulher a diminuir a ansiedade, a insegurança e outros temores; 4. promoção e manutenção do bem-estar físico e emocional ao longo do processo da gestação, parto e nascimento; 5. Informação e orientação permanente à parturiente sobre a evolução do trabalho de parto; 6. espaço e apoio para a presença de um(a) acompanhante que a parturiente deseje; e 7. Direito da mulher na escolha do local de nascimento e co-responsabilidade dos profissionais para garantir o acesso e a qualidade dos cuidados de saúde. (Ministério da Saúde, 2000)]
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