OMS

Fornecimento de vacinas contra a febre amarela em situações de emergência

Descrição: 
Infográfico sobre o fornecimento de vacinas contra a febre amarela em situações de emergência, publicado pela Organização Mundial de Saúde, em 2016, onde mostra as etapas do profissional de saúde que suspeita de febre amarela e colhe uma amostra de sangue para análise. A amostra de sangue é enviada para um laboratório. Os resultados laboratoriais confirmam. Os resultados laboratoriais vão para o Ministério da Saúde que notifica os casos de febre amarela à Organização Mundial de Saúde. O Ministério da Saúde pede vacinas ao GCI - Grupo de Coordenação Internacional. O GCI é constituído pela UNICEF, MSF, IFRC e OMS. Presentemente, gere uma reserva de vacinas da febre amarela de 6 milhões de doses e aprova a distribuição das vacinas. Em 2016, a reserva de vacinas contra a febre amarela for reforçada duas vezes. São precisos 12 meses para produzir novas vacinas contra a febre amarela. Quatro fabricantes de vacinas trabalham dia e noite para produzir cada vez mais vacinas. O GCI gere reservas de vacinas de emergência contra a cólera, meningite e febre amarela, com vista a garantir a disponibilidade de um fornecimento suficiente para responder às emergências. A UNICEF e a OMS pedem aos fabricantes que aumentem a produção de vacinas. A encomenda das vacinas chega ao país dentro de 7 dias. O GCI toma a decisão de liberar as vacinas da reserva em 48 horas. As pessoas são vacinadas.

Surto de Febre amarela

Descrição: 
Linha do tempo que descreve os surtos de febre Amarela em países da África, a partir de dezembro de 2015 a junho de 2016, publicado pela Organização Mundial de Saúde.

Relatório Mundial da Saúde 2010: Financiamento dos Sistemas de Saúde - o caminho para a Cobertura Universal

Descrição: 
Relatório Mundial da Saúde elaborado pela Organização Mundial da Saúde em 2010.A promoção e proteção da saúde são essenciais para o bem-estar do homem e para o desenvolvimento económico e social sustentável. Isto foi reconhecido há mais de 30 anos pelos signatários da Declaração de Alma-Ata, que assinalaram que a Saúde para Todos contribuiria tanto para melhor qualidade de vida como também para a paz e segurança globais.Não constitui surpresa que as pessoas na maioria dos países classifiquem a saúde como uma das suas maiores prioridades, ultrapassada apenas pelas preocupações económicas, tais como desemprego, baixos salários ou alto custo de vida (1, 2). Daqui resulta que a saúde se transforma frequentemente num tema político à medida que os governos tentam responder às expectativas da população.A necessidade de orientação nesta área tornou-se ainda mais urgente neste momento caracterizado simultaneamente pela crise económica e custos crescentes dos cuidados de saúde, à medida que a população envelhece, as doenças crónicas aumentam, e novos tratamentos mais caros se tornam disponíveis. Como é sublinhado neste Relatório, a exigência pública para acesso a cuidados de boa qualidade ainda aumenta mais a pressão pela escolha de políticas inteligentes.A necessidade de cobertura universal de saúde, e de uma estratégia para financiá-la, nunca foram tão grandes como neste momento em que o mundo se debate com o abrandamento económico, a globalização das doenças e das economias e com exigências crescentes para cuidados crónicos que estão parcialmente ligados ao envelhecimento das populações. 
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