Região Nordeste

Hanseníase tem cura (Álbum Seriado 006)

Descrição: 
Álbum seriado sobre Hanseníase, elaborado pelo Programa Estadual de Controle da Hanseníase dos Estados (CE, AL, RN e PB). Define a Hanseníase como uma doença contagiosa causada por um micróbio (bacilo de Hansen) que ataca a pele e os nervos, causando o aparecimento de manchas dormentes. Afirma que a doença é transmitida através do contato frequente com pessoas portadoras da doença que não estejam em tratamento e aponta como vias de eliminação do bacilo: tosse, espirro, fala, mucosas do nariz e da boca e lesões abertas. Aponta como vias de penetração a pele com ferimentos e áreas de mucosas, especialmente respiratórias. Informa que nem todos os casos de Hanseníase são contagiosos e que muitas pessoas possuem resistência contra a doença. Cita como sinais e sintomas: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas com dormência em qualquer parte do corpo, com possibilidade de queda de pêlos; lesões na pele parecendo impigens dormentes em qualquer parte do corpo; sensação de formigamento, agulhadas ou dor nos nervos dos braços e pernas; caroços e/ou manchas por todo corpo; inchação de face e orelhas; queda de sobrenancelhas; nariz entupido; dormência nas mãos e nos pés. Explica que o tratamento é gratuito, podendo durar entre 6 meses e 1 ano, é realizado no Centro de Saúde e leva à cura. Alerta que o tratamento não deve ser interrompido. Afirma que o portador da doença deve levar uma vida normal e reafirma a importância de eliminar o preconceito. 

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Nordeste)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos. Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).
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