Instituto Oswaldo Cruz

Fiocruz inicia estudo com mosquitos que podem reduzir a transmissão da dengue no IOC Fiocruz (vídeo)

Descrição: 
Vídeo da etapa inicial do Projeto ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’ com o coordenador do projeto, o pesquisador Luciano Moreira que explica os estudos já realizados com sucesso na Austrália, Vietnã e Indonésia, a fase de estudos de campo conta com a liberação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia que objetiva reduzir a transmissão do vírus do mosquito da dengue. O primeiro local a participar é o bairro de Tubiacanga, localizado na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro, e estudado pela equipe do projeto desde 2012. Esta é a primeira vez em que um país nas Américas recebe o estudo. O projeto conta com a participação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz/Minas) e Programa de Computação Científica (PROCC/Fiocruz).

Fiocruz inicia estudo com mosquitos que podem reduzir a transmissão da dengue

Descrição: 
Infográfico elaborado por Cristiane Albuquerque e Vinícius Ferreira do Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz que descrevem a etapa inicial do projeto 'Eliminar a Dengue: desafio Brasil'. Luciano Moreira, pesquisador da Fiocruz é o coordenador do projeto. Já realizada com sucesso na Austrália, Vietnã e Indonésia, a fase de estudos de campo conta com a liberação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. O projeto tem o apoio do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz/Minas) e do Programa de Computação Científica (PROCC/Fiocruz). O primeiro local a participar é o bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro, estudado pela equipe do projeto desde 2012. Esta é a primeira vez que um país nas Américas recebe o estudo.

Conceitos e Métodos para a Formação de Profissionais em Laboratórios de Saúde - v.5

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A coletânea de livros intitulada Conceitos e Métodos para a Formaçãode Profissionais em Laboratórios de Saúde, organizada por Etelcia MoraesMolinaro, Luzia Fátima Gonçalves Caputo e Maria Regina Reis Amendoeira éantes de tudo uma obra original, importante e necessária. Original porque nãoexiste na literatura técnica em saúde, na área biomédica brasileira e internacional,pelo menos que eu saiba, algo semelhante em abrangência, profundidadee seleção dos temas abordados; importante pelo público alvo a que se destina,muito além da “Formação de Técnicos de Laboratórios”, abrangendo certamentetodos os profissionais de saúde, e é necessária porque servirá comoobra de referência para a formação dos mencionados técnicos e de consultaobrigatória para todos os profissionais de saúde que necessitem de esclarecimentodos aspectos técnicos ali abordados. O volume 5 da coleção Conceitos e Métodos para a Formação de Profissionais em Laboratórios de Saúde trata dos temas: Protozoologia, Introdução à helmintologia, Metodologia básica para a coleta e o processamento de helmintos parasitos, Entomologia e Malacologia.

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Centro-Oeste)

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Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos.  Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Sul)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos.  Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Sudeste)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos. Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Nordeste)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos. Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Norte)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos. Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).

Fascículo 1: Microscopia I - descobrindo um mundo invisível

Descrição: 
Fascículos destinados a professores do Ensino Fundamental e Médio com sugestões de atividades nas áreas de biociências e saúde, com especial ênfase nos primeiros volumes para biologia celular e dengue.A série de fascículos "Com Ciência na Escola" é uma publicação do setor de inovações  educacionais do laboratório de biologia celular, vinculado ao departamento de ultra-estrutura e biologia celular do Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz. Os diversos fascículos se dispõem a auxiliar técnica e cientificamente o desenvolvimento de experimentos participativos em salas e laboratórios nas escolas. Apresenta sugestões de atividades práticas, com observação e experimentação, para introduzir a construção de conceitos básicos de biologia com alunos.Convidamos alunos e professor a participar ativamente da investigação cientifíca e compreender de maneira simples, diversas questões que envolvem fenômenos biológicos. Os fascículos poderão servir como guia para atividades; porém, mais importante que seguí-los à risca e criar condições para que a investigação cientifíca aconteça de maneira agradável livre e criativa.Com quatro atividades educativas, este fascículo apresenta o microscópio e o mundo invisível a que ele dá acesso. As atividades ensinam as propriedades do instrumento, seu funcionamento, os cuidados necessários à utilização e os preparativos para a observação de materiais simples.O microscópio age como um complemento do olho, permitindo-nos distinguir objetos 10 mil vezes menores do que 1 (um) milímetro. Descobrir como e porque as lentes aumentam, descobrir que a capacidade de aumento de um microscópio depende do seu conjunto de lentes e compreender assim o poder de resolução do microcópio.
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