Brasil

Fiocruz no Ar: Os riscos do consumo de antibióticos sem receita médica

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O Brasil ocupa a 17ª posição no ranking mundial de consumo de antibióticos. Prescrição inadequada e automedicação são os grandes vilãs e podem dar origem às bactérias resistentes ao medicamento. O Projeto Fiocruz no Ar produz podcasts para serem distribuídos para rádios interessadas em veicular – gratuitamente – informação de qualidade, tendo como referência a expertise de 118 anos da Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ, do Ministério da Saúde. A distribuição do material também é feita pelo Whatsapp, para que a informação chegue a um maior número de pessoas.

Fiocruz No Ar: uso correto do antibiótico

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Para ter o efeito desejado do antibiótico em nosso organismo, é necessário observar alguns cuidados, para evitar que o paciente possa desenvolver uma resistência antimicrobiana, ou seja uma resistência aos medicamentos, dificultando a cura do paciente e até leva-lo à morte. “O uso correto do antibiótico” é o tema deste podcast do Projeto Fiocruz no Ar, da Fundação Oswaldo Cruz (com duração de 3m26s). Nele, o farmacêutico Orlando Neto, do Hospital Central da Aeronáutica, explica como se deve tomar o antibiótico e os riscos de uma ingestão inadequada, como, por exemplo, com leite ou suco, ou fora dos horários estabelecidos pelo médico. Um relatório do Grupo de Coordenação Interagências da ONU emitiu alerta urgente sobre o grave problema de resistência antimicrobiana, que prevê – em um cenário negativo – a partir de 2050, 10 milhões de mortes por ano.

Movimento antivacina e suas ameaças

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Esta edição do programa Sala de Convidados do Canal Saúde, discute o movimento antivacina e suas ameaças após a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluir este ano o movimento antivacina entre as dez maiores ameaças à saúde global. Ele passou a figurar numa lista ao lado de riscos como o ebola, o HIV, a dengue e a influenza, mais conhecida no Brasil como gripe. Segundo a OMS, os movimentos antivacina são tão perigosos quanto os vírus das doenças que aparecem nesta lista, porque ameaçam reverter o progresso alcançado no combate a doenças evitáveis por vacinação, como o sarampo e a poliomielite. O programa debate as ameaças que o movimento antivacina representa, explicar a importância da vacinação e procura desfazer mitos e boatos em torno do assunto. Debatem o assunto, a coordenadora da Assessoria Clínica (Asclin) do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos - Fiocruz), Maria de Lourdes de Sousa Maia; a médica pediatra, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), Isabella Ballalai; e o Infectologista pediátrico do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Marcio Nehab.

Fiocruz No Ar - Tuberculose 02 - Tuberculose resistente

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Se você apresenta tosse seca por mais de três semanas, febre ao final da tarde, suor noturno, emagrecimento e muito cansaço, cuidado! Pode ser tuberculose! A doença, considerada uma das mais perigosas no mundo, atinge cerca de 30 pessoas por dia e chega a matar, diariamente 4.500 pessoas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde – OMS. Para alertar a população sobre os riscos da tuberculose, a OMS e a União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares estabeleceram 24 de março como Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Neste dia, em 1882, o dr. Roberto Koch conseguiu identificar a bactéria causadora da doença – bacilo de Koch – abrindo o caminho para o diagnóstico e a cura a doença. Para alertar a população sobre o tema, o projeto Fiocruz no Ar produziu dois podcasts sobre a tuberculose, com a participação da pesquisadora da Fiocruz Bahia, Theolis Bessa, e da médica pneumologista Maria do Carmo Corbaxo. Antibióticos e tuberculose Um dos problemas encontrados no tratamento da tuberculose em todo o mundo é a resistência bacteriana, uma vez que o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a uma resistência maior do organismo aos medicamentos que combatem à doença. Em 2017, 82% das pessoas com tuberculose apresentavam resistência aos antibióticos comumente usados para tratar a doença, segundo dados da OMS.

Fiocruz no Ar - Tuberculose 01 - Diagnóstico e tratamento

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Se você apresenta tosse seca por mais de três semanas, febre ao final da tarde, suor noturno, emagrecimento e muito cansaço, cuidado! Pode ser tuberculose! A doença, considerada uma das mais perigosas no mundo, atinge cerca de 30 pessoas por dia e chega a matar, diariamente 4.500 pessoas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde – OMS. Para alertar a população sobre os riscos da tuberculose, a OMS e a União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares estabeleceram 24 de março como Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Neste dia, em 1882, o dr. Roberto Koch conseguiu identificar a bactéria causadora da doença – bacilo de Koch – abrindo o caminho para o diagnóstico e a cura a doença. Para alertar a população sobre o tema, o projeto Fiocruz no Ar produziu dois podcasts sobre a tuberculose, com a participação da pesquisadora da Fiocruz Bahia, Theolis Bessa, e da médica pneumologista Maria do Carmo Corbaxo. Antibióticos e tuberculose Um dos problemas encontrados no tratamento da tuberculose em todo o mundo é a resistência bacteriana, uma vez que o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a uma resistência maior do organismo aos medicamentos que combatem à doença. Em 2017, 82% das pessoas com tuberculose apresentavam resistência aos antibióticos comumente usados para tratar a doença, segundo dados da OMS.

Fiocruz no Ar: Infecção Hospitalar [desinfecção das mãos]

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Infecções provocadas por bactérias resistentes matam cerca de 700 mil pacientes por ano, segundo dados da União Europeia para Saúde e Segurança Alimentar. Estudos apontam que este número pode chegar a 10 milhões de pessoas em 2050. Um dos principais focos das infecções provocadas por bactérias resistentes está nos hospitais. No Brasil, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) estima que a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações. Medidas simples podem ajudar a evitar a problema como a frequente lavagem das mãos, tanto por parte dos visitantes quanto da equipe dos profissionais de saúde.

PICS: Análise Bioenergética

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Em mais um programa da série especial sobre Práticas Integrativas e Complementares no SUS, as PICS, o programa vai falar sobre a Análise Bioenergética. A prática que se originou na Psicanálise traz a ideia de que tudo o que vivemos fica registrado no nosso corpo, criando tensões e bloqueios. Essa terapia alternativa propõe formas de desfazer esses bloqueios com exercícios e respirações que ajudam a melhorar a saúde do paciente. Para saber como funciona essa prática, a apresentadora Marcela Morato conversa com uma das diretoras da Sociedade de Análise Bioenergética do Estado do Rio de Janeiro (SABERJ), a analista bioenergética Georgina Martins. Participantes: Eduardo Costa, repórter do Canal Saúde Fiocruz; Karen Butlan, presidente da Saberj; Andreia Rocha Baptista, administradora.

PICS: Apiterapia

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O programa apresenta mais uma edição da série especial sobre Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) que fazem parte do SUS. Dessa vez, falaremos sobre a Apiterapia, terapia que usa produtos feitos pelas abelhas, como mel, própolis, geleia real e até o veneno desses insetos, para o tratamento de diversos males. Para conhecer essas potencialidades, a apresentadora Marcela Morato entrevista o apiterapeuta e apicultor José Luiz Vazquez Seijes. Participantes: Pacientes Marlene Tatagiba Cajueiro, 64 anos e Maria Nazaré Santana, 61 anos

PICS: Geoterapia

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No último programa da série especial que apresentou as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde oferecidas pelo SUS, o Ligado em Saúde fala sobre a Geoterapia, uma prática que utiliza pedras, cristais e argila para promover o bem-estar e o equilíbrio. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Marcela Morato conversa com o terapeuta holístico e geoterapeuta, Cláudio Lourenço. Participantes: Nathaly Ferrari, terapeuta holística e professora de Tai Chi Chuan.

Malária

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O número de casos de malária no mundo voltou a subir, depois de um período de declínio. A doença é causada por parasitas, transmitidos pelo mosquito Anopheles. Se não for tratada de forma adequada, a infecção aguda pode gerar complicações graves, até a morte. 219 milhões de pessoas contraíram a doença em 2017, levando 435 mil ao óbito, sendo mais de 90% dos casos na África. Esse foi o 2º ano consecutivo em que o Relatório Mundial de Malária revelou um aumento. Os dados são da Organização Mundial da Saúde. Segundo a OMS, o crescimento no Brasil, em relação a 2016 foi de 84%. O episódio sobre malária tem como convidado o médico Claudio Tadeu Daniel-Ribeiro, coordenador do Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

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