Seminário Mídia e Saúde Pública, 3º, 2008 - Maurício Lara

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A primeira análise que o jornalista faz sobre suas pesquisas é que a mídia oferece generosos espaços para uma abordagem da doença, falando da necessidade da conscientização do risco, das campanhas existentes, formas de prevenção e da divulgação de novas tecnologias e medicamentos. "Mas isso não significa que a imprensa ou a sociedade aprenderam como lidar com o doente", criticou. Segundo Maurício, muitas das campanhas pela conscientização da doença trazem uma linguagem inadequada, muitas vezes assustando ou ameaçando a pessoa, o que faz com que ela não queira descobrir se está doente. "A realidade é única: o câncer mata mesmo, principalmente se não há um diagnóstico precoce e um tratamento adequado. Agora, se a família e a sociedade não sabem lidar com o enfrentamento da doença, como podemos exigir que a imprensa faça o mesmo?", encerrou. Os arquivos estão disponíveis para leitura, audição e/ou download no ícone ao lado.

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Fonte: 
CCI
Descrição dos direitos autorais: 
Atribuição - NãoComercial - SemDerivados 3.0 Não Adaptada (CC BY-NC-ND 3.0)

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