GERBASE, Jairo

Depressão não é sintoma, mas afeto - Jairo Gerbase

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O Ser Humano - Jairo Gerbase

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A proposta do curso Fundamentos da Experiência Psicanalítica é baseada em teorias de respeitados psicanalistas como Sigmund Freud e Jacques Lacan. É organizado em forma de seminários compostos de leituras de textos psicanalíticos e seminários clínicos, com conferências sobre temas específicos e a presença de profissionais convidados de outras instituições para enriquecer as discussões. Jairo Gerbase escreveu os livros Os paradigmas da psicanálise e Comédias familiares: Rei Édipo, Príncipe Hamlet e Irmãos Karamazovi. É membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano-Brasil, em Salvador/BA, e da Associação Científica Campo Psicanalítico, na mesma cidade. Gerbase enriqueceu sua exposição com vários exemplos da clínica para abordar o sintoma, o qual tomou como um "identificador" do ser. Para ele, o 'sintoma' que pode ser identificado pelo aspecto singular é o verdadeiro nome próprio do sujeito. Ele chama esse sintoma de 'sintoma nó'. E justifica: no universo simbólico, o dos seres falantes só há fato caso haja dito, ao contrário do consagrado ‘contra fatos não há argumentos’. Em vez de usar o argumento formal ‘para falar é preciso estar vivo’ Gerbase o inverte: ‘para estar vivo é preciso falar’ e ‘o corpo do deprimido é um corpo morto, porque está privado da fala’, disse ele. Arquivos disponíveis para audição e/ou download nos ícones ao lado.

Palestra 'Os cinco paradigmas da psicanálise' - Jairo Gerbase.

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Tendo como base o modelo da mente (RSI) proposto por Jacques Lacan, no qual estão representados, na forma de aros, os registros do Real [R], do Simbólico [S] e do Imaginário [I], e o modelo (à direita), apresentado, pelo psicanalista, no Seminário 23 - 'O sintoma', Jairo Gerbase iniciou sua apresentação: 'Simplificando, o modelo de Lacan diz que a abordagem da realidade é feita através do imaginário, com o olhar, ou pelo simbólico, uma comunicação que dispensa o olhar e utiliza a voz, mas que apesar de termos esses dois recursos para abordar a realidade, há algo nela - o Real [R] - que não se deixa 'abordar', disse. 'O Real é o impossível de abordar, o inefável, o indizível', enfatizou. Segundo ele, no entanto, num esforço para abordar essa parte inabordável da realidade, o Real [R], Lacan inseriu mais um elemento ao modelo original: o sintoma [Σ]. 'O sintoma neurótico é mais um recurso que nós humanos utilizamos para dizer o indizível', explicou e deu exemplos. A partir daí, com muito bom humor, o palestrante, passou a explicar a formação e dissolução dos sintomas por meio dos cinco paradigmas da psicanálise, representados nas áreas de interseção dos aros (registros), os paradigmas do 'gozo fálico', do 'gozo do Outro', do 'gozo do sentido' do 'mais-de-gozar' e do 'gozo do sintoma'. Os arquivos estão disponíveis para audição, leitura e/ou download por meio dos ícones ao lado. O áudio foi dividido em duas partes.
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