Tabagismo

Parar de fumar

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Por conta das ações educativas e das leis antifumo criadas nos últimos anos, vem aumentando o número de pessoas que querem largar o cigarro. Mas quando se trata de fumar, querer parar nem sempre é o suficiente. Mesmo com muita força de vontade, pode ser difícil romper com a dependência causada pelo tabagismo. Difícil sim, mas não impossível. Hoje você vai conhecer o trabalho dos grupos das unidades do SUS que ajudam quem já decidiu parar. Também vamos falar da ação dos medicamentos usados no tratamento do tabagismo, do uso de cigarros eletrônicos... e dar dicas fundamentais para quem quer largar de vez o cigarro. A apresentadora Marcela Morato conversou com Ana Helena Rissin, psicóloga responsável pelo Programa de Tabagismo da SMS-RJ, Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Participantes: Denize Soares, enfermeira da ESF-SMS-RJ; Elaine Corrêa, 40 anos, paciente do Centro de Saúde Manoel José Ferreira - Unidade do SUS.

Ações da Anvisa no Controle dos Ambientes Livres do Tabaco.

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Apresentação organizada pelo Sr. Humberto Martins, que é membro da Gerência de Produtos Derivados do Tabaco da ANVISA, e trata das medidas adotadas pela Agência no controle dos ambientes livres do tabaco. Iniciando sua palestra, Humberto lembrou que apesar do Brasil ser o maior produtor de tabaco do mundo, também tem uma das melhores legislações antitabagistas, entretanto morrem, em média, 200 mil pessoas por ano em decorrência de doenças relacionadas ao tabagismo. O palestrante analisou também a legislação brasileira que trata do tabagismo e a participação da ANVISA como agência reguladora, que tem competência legal para avaliar, regular e controlar os produtos, assim como o seu uso e os riscos que causam a saúde. Ao final de seus comentários, Humberto falou sobre a atualização e a regulamentação da Lei 9.294, que permite o fumo em área destinada exclusivamente para esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.

Programa Nacional de Controle do Tabagismo - estrutura e processo.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra da integrante da Divisão de Controle do Tabagismo do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Vera Colombo, que trata das diretrizes estruturais e os objetivos do Programa Nacional de Controle do Tabagismo. Vera enfatizou que o objetivo do Programa é reduzir, significamente, o número de mortes por doenças causadas pelo tabagismo. Segundo ela, para que isso ocorra são necessárias intervenções no sentido de reduzir a iniciação do consumo de tabaco, reduzir o acesso aos produtos, proteger a população contra os riscos do tabagismo passivo, aumentar a acessibilidade a tratamentos para deixar o vício, monitorar os produtos derivados do tabaco, monitorar e vigiar as tendências do consumo, entre outras. Apresenta dados relativos ao número de mortes por tabaco, estatísticas de aumento ou diminuição do número de fumantes por faixa etária e os novos desafios que o Programa terá que enfrentar para o seu sucesso.

Programa de Controle de Tabagismo - SMS-RJ.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra da integrante do Programa de Controle do Tabagismo da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Sabrina Presman, que abordou as diretrizes e os objetivos do Programa. Segundo Sabrina, o Programa em si envolve outros programas e ações, como o Programa Ambiente Livre de Fumo, medidas de tratamento e prevenção. Para elucidar algumas questões, a palestrante criou uma personagem fictícia que representou o universo dos fumantes, de forma a bordar temas como a síndrome da abstinência e dependência física, cujos sintomas são ansiedade, inquietação, irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações no sono, aumento de apetite, tristeza e constipação.

Tabagismo: aspectos clínicos, epidemiológicos e ocupacionais.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra do Pneumologista e Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alberto José de Araújo, que abordou os aspectos clínicos, epidemiológicos e ocupacionais do tabagismo. Segundo o palestrante, o tabagismo é a maior causa isolada evitável de mortes precoces e morbidade em todo mundo, além de ser uma doença que começa na infância e na adolescência, pois noventa por cento dos fumantes começam a fumar antes do dezenove anos. Alberto alerta para o fato que 60% dos fumantes têm herança genética para desenvolver a dependência, entretanto o comportamento dos pais e a mídia direcionada a busca de novos fumantes, contribuem muito para o aumento do número de tabagistas. Cita dados estatísticos sobre mortalidade, abandono do vício e valores gastos com tratamento e prevenção de doenças relacionados ao tabagismo.

O hábito de fumar, um fator de risco para a saúde.

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Arquivo de áudio contendo a apresentação do Coordenador da Comissão para a Implantação do Programa Ambientes Livres do Tabaco na ENSP Antonio Sérgio Almeida Fonseca, que debateu o conceito de ambientes totalmente livres do tabaco, chamando a atenção para o fato que a ventilação e a filtragem do ar, não são suficientes para reduzir a exposição passiva aos malefícios da fumaça. Segundo o palestrante, a discussão sobre o assunto, em instituições de saúde, vem tomando uma posição de destaque devido a três motivos: o primeiro vem do próprio Ministério da Saúde, quando instituiu uma portaria instaurando a Comissão Ministério da Saúde Livre do Tabaco em todas as instituições ligadas a ele. O segundo motivo é o fato de se tratar de um problema de saúde pública e o terceiro vem de uma preocupação da Escola em lidar com essa questão dentro de uma instituição de saúde. Apresenta dados da Organização Mundial da Saúde que colocam o tabagismo como fator de risco para 50 outras doenças e como a maior causa evitável de mortes precoces em todo o mundo, revelando também que um terço da população adulta no mundo fuma e que o tabagismo mata mais do que a AIDS, o álcool, a cocaína, a heroína, entre outros. Sérgio falou também sobre o tabagismo passivo, definido como a inalação da fumaça de derivados do tabaco por não-fumantes que convivem com fumantes em ambientes fechados, o que a OMS classifica como a terceira maior causa de morte evitável no mundo, só perdendo para o tabagismo ativo e o álcool. Apresenta o Programa de Capacitação para a Abordagem do Fumante, que consiste na identificação do lugar da droga na vida do tabagista, além de ser um modelo de intervenção centrado na mudança de crenças e comportamentos do indivíduo. Segundo o palestrante, os dois principais obstáculos relacionados ao vício são: Como lidar com o estresse e o ganho de peso que o afastamento do cigarro traz, aproveitando para justificar esse sintomas. Ao encerrar a sua palestra deixou um alerta aos profissionais de saúde, "Todos têm que entender que deixar de fumar é um processo que leva tempo. O profissional de saúde deve ter um comportamento exemplar e deve saber reconhecer o grau de dependência do seu paciente, além do grau de motivação". Arquivo disponível para audição e/o download no ícone ao lado.

Abordagem do Tabagismo.

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Apresentação que trata do Programa de Controle do Tabagismo através do material do Curso para Capacitação de Profissionais de Saúde na Abordagem de Tratamento do Tabagista, que é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) e o Instituo Nacional de Câncer (INCA). O material é um instrumento de apoio aos profissionais de saúde que trabalham no programa, onde podem ser encontradas informações sobre o tabagismo, diferenças entre os derivados do tabaco, estatísticas do número de fumantes no mundo e previsões futuras, dados do tabagismo no Brasil, seja por sexo, idade, etc, doenças associadas ao tabaco, estimativas de mortes relacionadas ao tabagismo e os efeitos em gestantes. Conceitua o tabagismo passivo e os efeitos da poluição tabagista ambiental a curto, médio e longo prazo. Cita a Legislação sobre proteção contra a exposição a fumaça do tabaco, bem como para a comercialização do produto, publicidade, promoção e o patrocínio. Analisa o tabagismo como dependência, apresentando os enfoques do tratamento, a metodologia de atuação, as características do tratamento em grupo e individual, a estrutura das sessões em grupo, os fatores motivadores na cessação de fumar e as barreiras no tratamento. Aponta os principais saberes que todo o profissional de saúde precisa ter para maximizar sua atuação junto aos fumantes e as situações potenciais para a utilização do apoio medicamentoso (adesivos, goma de marcar, etc.).
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