Determinantes Socias da Saúde

Determinantes sociais da saúde

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Videoaula sobre "Determinantes Sociais da Saúde ", por Dr. Paulo Marchiori Buss, pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (CRIS/Fiocruz). Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Determinantes Sociais do Processo Saúde/Doença e Trabalho.

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Arquivos de áudio e texto contendo a palestra, na íntegra, do Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), René Mendes, que na ocasião falou sobre os determinantes sociais do processo saúde/doença e trabalho e discutiu as inúmeras relações existentes nesse processo. Analisa as práticas, teorias e classificações das enfermidades relacionadas ao trabalho e faz algumas reflexões importantes a respeito da noção de dano e agravo à saúde no nível individual e coletivo. OBS: O áudio da palestra está dividido em dois arquivos.

Determinantes Sociais da Saúde: As causas das causas.

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Apresentação que fez parte da mesa 'Saúde mental, direitos humanos e violência' onde o médico e pesquisador do Grupo de Direitos Humanos e Saúde Helena Besserman (GDHIS/ENSP), Marcos Besserman, falou sobre determinantes sociais da saúde. Segundo o palestrante, os determinantes sociais causam impactos diretos na saúde das pessoas e acabam definindo outros determinantes, ou seja, são “causas das causas”. O pesquisador lembrou ainda que o Brasil está entre os dez países que apresentam os maiores índices de desigualdade na distribuição da renda, além de estar entre os três maiores índices de mortalidade infantil entre os países da América do Sul. De acordo com ele, a iniqüidade ou desigualdade na distribuição da renda é prejudicial à saúde e afeta a sociedade inteira e não apenas os grupos mais pobres.

Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas e Saúde, 4º, 2007 - Conferência de abertura .

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Arquivo de áudio contendo a solenidade de abertura do IV Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas e Saúde, proferida pelo Ministro da Saúde José Gomes Temporão, que falou sobre assuntos como a interrupção da gravidez indesejada, planejamento familiar e o entendimento da saúde como forma de desenvolvimento econômico e social. Segundo o ministro, o Ministério da Saúde, como co-patrocinador do Congresso Brasileiro, tem ajudado a consolidar o espaço de produção científica, de reflexão e pensamento crítico sobre os rumos da saúde pública na América Latina e no mundo, e acredita que o evento caminha no sentido da consolidação do pensamento sanitário, entendendo que o Brasil, nas últimas décadas, tem sido importante na formatação de experiências inovadoras e na implementação de políticas públicas. Aborda questões sobre os determinantes sociais da saúde e intersetorialidade, dois pontos que considera estratégicos para a promoção da saúde. Para Temporão, o Ministério da Saúde tem de superar o falso dilema de entender a saúde como pré-requisito para o desenvolvimento. Esse novo paradigma deve ter a saúde como um dos componentes estruturantes de um modelo de desenvolvimento econômico e social que se integram em um processo único. Outro ponto levantado pelo ministro foi a questão dos novos modelos de gestão e de organização dos serviços públicos, que devem cobrar resultados para melhorar a questão das filas, do tempo de espera nos hospitais públicos, da má qualidade dos serviços e da precariedade dos serviços de saúde. Pontos polêmicos também foram abordados pelo Ministro como a interrupção voluntária da gravidez quando a mulher é vítima de estupro ou quando há risco de vida para ela, informando que já existe um projeto de lei, tramitando no Congresso Nacional, para proibir o aborto nesses casos. Antes de encerrar, enfatizou que o Brasil tem hoje um complexo de indústrias de saúde e de serviços de saúde que representam quase 10% do PIB, gerando 7,5 milhões de empregos diretos e indiretos, movimentando cerca de R$ 170 bilhões por ano, mas ainda sofre com a ampliação da vulnerabilidade social das políticas de saúde. Ao final de sua palestra, Temporão leu um trecho do poema “O Labirinto”, do filósofo alemão Walter Benjamim. O arquivo está disponível para audição e/ou download por meio do ícone ao lado.

Iniqüidades Sociais e na Saúde das Populações: como enfrentar este problema?

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Apresentação que tem como tema central analisar os Determinantes Sociais de Saúde, começando por conceituar desigualdades, iniqüidades e determinantes sociais de saúde. Inclui dados estatísticos da expectativa de vida ao nascer em relação ao PIB per capita, riqueza e expectativa de vida em países com renda per capita superior a U$ 10.000, expectativa de vida e distribuição de renda, Mortalidade infantil e iniqüidades em vários países do mundo, como forma de comparação com os dados brasileiros. Aponta dados sobre determinantes sociais no Brasil e no Rio de Janeiro, indicadores demográficos e de saúde por região, distribuição geográfica por status socioeconômico, taxas de homicídios entre homens de 15-49 anos e indicadores socioeconômicos e de saúde no Rio de Janeiro. Analisa os dados sobre determinantes sociais de saúde em Angola e mostra que as previsões de futuro para essas populações, e, grande parte do mundo, serão ainda piores se os governos não tomarem atitudes efetivas para melhorar o acesso da população carente aos serviços de saúde gratuitos. O arquivo está disponível para leitura e/ou download no ícone ao lado.

Políticas Públicas sobre os Deteminantes Sociais da Saúde - Agindo sobre as causas das causas.

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Apresentação que trata de determinantes sociais da saúde, trazendo um breve histórico sobre o tema ao longo de algumas épocas marcantes da sociedade humana: Antiguidade Clássica, Idade Média, Renascimento e Iluminismo, além da Revolução Industrial e Pasteuriana, destacando que em cada uma delas os determinantes da saúde são identificados, valorizados e hierarquizados em três categorias, ou seja, Determinantes Naturais, Individuais e Sociais. Cita dados do PNAD 2003 (Plano Nacional por Amostra de Domicílios / IBGE), com diversas tabelas que apontam desigualdades gritantes entre brancos e negros, pobres e ricos, população rural e urbana e moradores do sul e nordeste do Brasil. Destaca os trabalhos da Comissão Mundial sobre Determinantes Sociais de Saúde que foi lançada em 2005.
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