SUS

PICS: Arteterapia e Musicoterapia

Descrição: 
A arte está presente na vida das pessoas desde tempos imemoriais... mas de maneira mais focada no seu aspecto terapêutico desde o século XIX. Foram incluídos novos procedimentos na lista de práticas integrativas e complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS), que abrange recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais. Na primeira parte a apresentadora Marcela Morato conversou com a arteterapeuta, Angela Philippini sobre dois desses procedimentos: a arteterapia e a musicoterapia e na segunda parte com a musicoterapeuta Mariane Oselame. No site [www.ubaatbrasil.com] da UBAAT - União Brasileira de Associações de Arteterapia e Associações Regionais de Arteterapia, o usuário pode fazer o download da Cartilha - Contribuição da Arteterapia para a Atenção Integral do SUS.

Práticas integrativas no SUS: Shantala

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A Shantala é uma técnica de massagem aplicada a bebês trazida da Índia para o Ocidente na década de 70. Até pouco tempo restrita à classe média, a Shantala foi incluída entre as Práticas Integrativas e Complementares do Sistema Único de Saúde (SUS) e no Ligado em saúde de hoje, parte da série especial do programa sobre Práticas Integrativas no SUS, a apresentadora Marcela Morato conversa sobre o assunto com a introdutora da prática da Shantala no Brasil, a autora e doula Fadynha. Com a participação de Patrícia Kozuchovski Dare, naturóloga, da Unidade básica de Saúde do SUS em Palhoça/SC, e Ligiane Lemos, mãe do Gustavo e Taís da Silveira, gestante.

Formação profissional em saúde no Brasil: impasses e perspectivas (2/3)

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Apresentação (vídeo) de Ruben Mattos, professor da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, durante o Ceensp - Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos da ENSP/Fiocruz, realizado no dia 20 de março de 2014, no auditório térreo da Escola. O professor questionou como fazer com que os profissionais de saúde formados pelo país venham trabalhar no Sistema Único de Saúde, uma vez que os incentivos para atuarem na rede privada são melhores. Para ele, é fundamental que se pensem estratégias que atuem sobre o sujeito e não apenas sobre a lógica do serviço. .

Reunião SUS igual para todos - Agenda estratégica para a saúde no Brasil

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Elaborado pela Abrasco e pelo Cebes, em parceria com outras instituições, o documento define cinco importantes diretrizes na continuidade da efetivação do SUS. Além do ministro Padilha, participaram da solenidade os presidentes Paulo Gadelha (Fiocruz), Luis Facchini (Abrasco), Ana Costa (Cebes), entre outros. Arquivo disponível para audição, leitura e/ou download no ícone ao lado.

Desafios do SUS.

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Palestra proferida pelo Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde Sr. José Carlos Noronha, que apresentou as grandes temáticas relacionadas ao SUS, entre elas, os desafios da organização e gestão; o financiamento da saúde; a produção; a sustentabilidade e o desenvolvimento; e o desenvolvimento das políticas públicas. Comenta as primeiras medidas para criação do Sistema de Saúde Brasileiro no regime militar, como a criação do INPS, o Decreto Lei 200, que permitiu dar inicio a profissionalização da gestão pública, e a Lei 4.320, que foi a primeira tentativa de alinhamento do orçamento. Destaca outros importantes acontecimentos como o Programa de Atendimento a População Rural, a criação da Central de Medicamentos, que foi um dos primeiros passos para a formulação de uma Política Nacional de Medicamentos, a VIII Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, onde foi aprovada a estatização progressiva do sistema de saúde com o controle social e a Constituição de 1988, onde foi aprovado um dos textos constitucionais mais avançados do mundo, com destaque para conceitos-chave como o de seguridade social.

InfoSaúde - Saúde e qualidade de vida na Bahia: 13ª Conferência Nacional de Saúde.

Descrição: 
Publicação da Secretaria de Saúde da Bahia, que tem como objetivo principal, divulgar as ações do governo do estado para melhorar o acesso da população aos serviços de saúde. Dentre os temas abordados nesta edição estão: a qualidade na assistência hospitalar, o acesso a medicamentos, recursos humanos em saúde, Programa Saúde da Família, avanços na área de transplantes de órgãos e o combate ao câncer de mama no estado. Ano 1, n. 1, jan-jun/2007.

Financiamento do Sistema de Saúde Brasileiro.

Descrição: 
Trabalho que discute o financiamento do SUS, apresentando quadros com a composição do financiamento do sistema em 2002, a composição do gasto público e o privado, o peso do financiamento da saúde sobre a renda familiar e a comparação com alguns países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Analisa o que a Constituição Federal de 1988 e a EC-29/2000 ditam sobre o financiamento no SUS e Seguridade Social e o que realmente está sendo gasto pelos estados e municípios. Aponta as tendências do financiamento do SUS, a participação das três esperas de governo de 1980 a 2003, os problemas que ainda persistem em existir e os avanços no financiamento do sistema. Expõe a sistema de transferências intergovernamentais no âmbito do SUS e o que está previsto na Lei Orgânica da Saúde e a Lei 8.142.

Acesso a medicamentos: Desafios e barreiras na região das Americas e no Brasil.

Descrição: 
Apresentação que procura situar o acesso a medicamentos no Brasil, trazendo também dados da exclusão social no âmbito da américa Latina e Caribe e o impacto da ineqüidade na saúde global. Cita os obstáculos e barreiras encontrados pela população mais carente no acesso a medicamentos e principalmente a questão da propaganda destes que acabam criando necessidades na população que geralmente não existem. Aborda as linhas estratégicas e as prioridades para promover o acesso a medicamentos e a alocação de recursos do Ministério da Saúde para este fim, entre 1999 e 2003.

Pacto pela Saúde 2006: O SUS não muda. O que muda no SUS?

Descrição: 
A autora faz uma análise da situação do SUS (Sistema Único de Saúde) partindo da gestão descentralizada ao final dos anos 90, ou seja, sua criação, os desafios, as dificuldades e estratégias até a gestão descentralizada de 2007, tendo como foco a regulação nacional, relações intergovernamentais e a condução politico-intitucional das inovações. Identifica problemas na gestão do SUS ao longo dos anos como a dificuldade na configuração de uma gestão governamental articulada com impacto sobre a redução de desigualdades entre as regiões, práticas de planejamento incompatíveis, entraves na gestão de recursos humanos, necessidade de distribuição mais justa dos recursos financeiros, entre outros. Aponta estratégias para melhorias no sistema apresentando o Plano Nacional de Saúde - Um pacto pela saúde no Brasil (2004) com seus objetivos, as mudanças propostas para maior otimização do SUS e as mudanças na gestão política da descentralização.

A estratégia saúde da família no Brasil.

Descrição: 
Este trabalho tem como objetivos analisar a implantação do programa saúde da família na região metropolitana do Rio de Janeiro e apresentar a visão do Ministério da Saúde sobre atenção básica. Analisa o que a atenção básica deve fazer e o foco da sua orientação pelos princípios do SUS, a saber, universalidade, acessibilidade, equidade, integralidade, controle social e hierarquização. Identifica as áreas estratégicas de atuação do programa e os objetivos a serem alcançados, como o fortalecimento da atuação por meio da ampliação do acesso, a qualificação cada vez maior dos profissionais e a reorientação das práticas de saúde. Enfatiza o novo momento da gestão do SUS através do pacto pela saúde, pacto pela vida, pacto em defesa do SUS e o pacto pela gestão. Arrola as principais responsabilidades dos governos municipais, estaduais e federal em função do PNAB. Inclui quadros demonstrativos com a evolução da implantação de equipes do programa saúde da família de 1998 a 2005.

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