Região Sudeste

Hanseníase: procurar para curar e eliminar (Álbum Seriado 007)

Descrição: 
Álbum seriado sobre Hanseníase, elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Informa que a Hanseníase é causada por uma bactéria que tem preferência pelos nervos e pela pele e que a doença é transmitida pela respiração, sendo que 95% da população possui resistência natural contra a doença. Define a Hanseníase como uma doença Cita como sinais e sintomas: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas com a sensibilidade alterada; caroços em braços, pernas e orelhas; dormência em mãos e pés; dor nos nervos e áreas dormentes sem alterações na coloração da pele. Afirma que o diagnóstico é feito através de esxames clínicos e de pele e que pode ser necessário que sejam realizados exames adicionais, como a baciloscopia. Explica que o tratamento é oferecido gratuitamente na rede pública de saúde, podendo durar de 6 a 12 meses. Aconselha o paciente em tratamento a procurar o serviço de saúde caso sinta alguma coisa errada e informq que este deve levar uma vida normal. Esclarece que não há a necessidade de separar talheres, pratos, copos e roupas e que a família deve dar apoio ao paciente em tratamento. Informa que as incapacidades e deformidades podem ser evitada com o diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento e que caso hajam algumas sequelas, estas podem ser amenizadas com a prática de exercícios, com técnicas de auto cuidado e cirurgia. Sugere a reflexão sobre o preconceito einforma os telefones do Telehansen e do Disque Saúde, além do website do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais. 

Fundação Paulista Contra a Hanseníase (Álbum Seriado 005)

Descrição: 
Álbum seriado sobre Hanseníase, elaborado pela Fundação Paulista contra a Hanseníase.Cita como sinais e sintomas da Hanseníase: manchas e placas com alteração de sensibilidade, rarefação de pêlos e anidrose; infiltração localizada ou difusa; tubérculos e nódulos; dor e espessamento dos troncos nervosos periféricos e diminuição da sensibilidade e da força muscular correspondente a estes nervos. Apresenta reações do tipo 1 (novas lesões dermatológicas e alterações de cor e edema nas lesões antigas, assim como dor e espessamento dos nervos) e do tipo 2 (nódulos vermelhos e dolorosos, febre, dores articulares, dor e espessamento dos nervos e mal estar generalizado). Classifica como paucibacilares (seis meses de tratamento) os casos com menos de cinco lesões na pele e/ou apenas um tronco nervoso acometido e multibacilares (de doze a vinte e quatro meses de tratamento) nos casos com cinco ou mais lesões na pele e/ou mais de um tronco nervoso acometido. Indica o tratamento para as duas classificações citadas e prevenção e tratamento das incapacidades físicas. Afirma que a doença é transmitida pela respiração através do contato freqüente com pessoas portadoras da doença que não estejam em tratamento. Discorre sobre os cuidados para guarda e conservação das cartelas de medicamentos e advertem que os comprimidos deixam a urina vermelha e a pele mais escura, sendo que após o tratamento ambos voltam à sua cor normal. Afirma que há casos onde o paciente não apresenta lesões na pele, mas possui áreas de dormência, sensação de choque, ardor e ferroadas nas mãos e pés. Explica que a maioria das pessoas é resistente à doença e que após o início do tratamento não ocorre mais a transmissão da doença, a primeira dose do medicamento é suficiente para eliminar 99,9% dos bacilos. Alerta para a importância da regularidade do tratamento. Aconselha que as essoas que convivem ou conviveram com pessoas portadoras de Hanseníase realizem exames e sejam vacinados com a BCG, na dose recomendada pelo Ministério da Saúde. Explica que o paciente deve levar uma vida normal e informa que o tratamento deve estar disponível gratuitamente no serviço de saúde. 

Vetores da Doença de Chagas no Brasil (Região Sudeste)

Descrição: 
Bloco de cartões ilustrados sobre os vetores da doença de Chagas no Brasil, desenvolvido em 2013 pelo Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e editores:  José Jurberg, Cleber Galvão, Dayse Rocha, Felipe F. F. Moreira, Carolina Dale, Juliana M.S. Rodrigues, Valdir D. Lamas Jr. e Vanda Cunha. Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos. Os blocos de cartões ilustrados, contribuem para ajudar na identificação dos vetores da doença. O material poderá ser utilizado por técnicos que fazem vistorias e coletam os barbeiros e, também, em ações de educação em saúde. Como a distribuição das espécies de barbeiros é bastante distinta no país, foram produzidos cinco conjuntos de cartões, um para cada região do Brasil (Região Norte; Região Sul; Região Sudeste; Região Nordeste; Região Centro-Oeste).
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