Fundação Oswaldo Cruz

Doença falciforme

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Vídeoaula sobre "Doença falciforme", por Dra. Marilda de Souza Gonçalves, pesquisadora titular do Instituto Gonçalo Muniz da Fiocruz Bahia (IGM-Fiocruz-BA) e professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Ciência, cultura e educação para enfrentamento das desigualdades sociais no semiárido brasileiro

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Videoaula sobre "Ciência, cultura e educação para enfrentamento das desigualdades sociais no semiárido brasileiro", por Dra. Socorro Souza, graduada em Filosofia e História, mestre em política social e doutoranda em Educação em Ciências e Saúde, desde 2015 é pesquisadora da Fiocruz de Brasília onde atua também como docente na Escola Fiocruz de Governo, tendo larga experiência em Educação Popular, desenvolve pesquisa e projetos de formação voltado para o direito das populações com histórico de exclusão social, principalmente camponeses, indígenas e mulheres. Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Racismo, saúde e formação profissional

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Vídeoaula sobre "Racismo, saúde e formação profissional", por Dra. Roseli Rocha, assistente social do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), integrante da coordenação colegiada do comitê pro-equidade de gênero e raça da Fiocruz com mestrado em política social e doutorado em serviço social. Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Saúde Indígena

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Vídeoaula sobre Saúde indígena, por Ricardo Ventura Santos, antropólogo, professor do departamento de antropologia do Museu Nacional da UFRJ e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fiocruz. Desde os anos 80 em colaboração com uma rede de colegas no Brasil e no exterior, desenvolve pesquisa sobre etinicidade em saúde com foco nos povos indígenas. Participação durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Determinantes sociais da saúde

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Videoaula sobre "Determinantes Sociais da Saúde ", por Dr. Paulo Marchiori Buss, pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (CRIS/Fiocruz). Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Onde está o dinheiro da saúde?

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Aplicativo idealizado pela pesquisadora Islândia Maria Carvalho de Sousa, doutora em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), que atua no Departamento de Saúde Coletiva da Fiocruz Pernambuco - Instituto Aggeu Magalhães. A iniciativa é um dos resultados do incentivo da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação – por meio do Campus Virtual Fiocruz – a projetos com foco em acesso aberto. As informações sobre os orçamentos públicos dos municípios, estado e União são de acesso público e gratuito a qualquer cidadão brasileiro. No entanto, as informações são apresentadas em uma linguagem contábil e específica do campo da saúde e o cidadão desprovido de conhecimentos sobre contabilidade e administração pública, ou mesmo com um baixo grau de escolaridade, não consegue compreender com clareza o conteúdo dos relatórios disponibilizados pelo sistema. Assim, faz-se necessário a tradução tanto para o cidadão usuário do SUS, quanto para os conselheiros de saúde com os mais diferentes níveis de instrução. A perspectiva é que, com as informações corretas, o cidadão possa acompanhar mais de perto os investimentos em saúde realizados em seu município e possa também avaliar os investimentos dos governos federal e estadual no seu município. Com o aplicativo, qualquer cidadão brasileiro pode acompanhar os investimentos em saúde pública. Usamos uma linguagem simples e o acesso é livre para que todos saibam como seu dinheiro está sendo aplicado. Na prática, estamos falando de oferecer mais transparência em relação ao uso do dinheiro público. Para instalação do aplicativo click no link abaixo

Práticas integrativas no SUS: biodança e dança circular

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Biodança, ou dança da vida, tem por objetivo estimular a comunicação das pessoas com o próprio corpo e com as outras pessoas, mas também permitir uma fuga à rotina quotidiana, de forma divertida e equilibrada. A prática de biodança vai assim além do conceito de movimentar-se e trabalha a evolução do indivíduo, desenvolvendo o seu lado emocional, além do aspecto físico. Serve como pausa no seu quotidiano e como momento para respirar e desligar-se da ansiedade do dia-a-dia, voltando o olhar para o próprio corpo, mente e emoção. As Danças Circulares fazem parte de um movimento de dança contemporânea que surgiu com Bernhard Wosien (1908-1986), bailarino polonês/alemão, professor de danças, pintor que, a partir das décadas de 1950 e 1960 pesquisou e divulgou danças circulares de vários povos, buscando a valorização das diversidades das culturas, e contando com o apoio para o desenvolvimento de suas práticas da Comunidade de Findhorn, na Escócia, onde viveu por muitos anos. Nas Danças Circulares o que importa é que o grupo vivencie as danças, sejam estas meditativas, folclóricas e/ou contemporâneas, respeitando a forma como cada um coloca seu corpo em movimento e em diálogo com a presença das outras pessoas, buscando uma experiência de integração, em que emerge uma prática coletiva na qual as individualidades também têm seu espaço e seu papel. Algumas pessoas encontram nas Danças Circulares mais do que a possibilidade de aprender sobre uma arte, sobre outras culturas ou apenas para movimentar o corpo, pois podem conquistar igualmente uma experiência de autoconhecimento, de libertação, de solidariedade e, para alguns, até mesmo de outras expressões de amizade, de amor, de espiritualidade, todas essas expressões complexas e indizíveis de sociabilidade humana. A apresentadora Marcela Morato conversa com Andréa Zattar sobre essas práticas integrativas e complementares do SUS com a diretora da Escola de Biodança Rolando Toro - RJ.

Lesão Muscular [como prevenir e tratar]

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Lesões musculares podem acontecer com qualquer um. Apesar de serem comuns na prática de esportes, elas podem ocorrer também na realização das atividades mais banais do dia-a-dia. E como prevenir e tratar uma lesão muscular? Quando é necessário procurar ajuda profissional? Essas e outras dúvidas vão ser esclarecidas com o ortopedista Marcelo Mandarino do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) e Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Febre Amarela [informações seguras e confiáveis]

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Parece difícil de acreditar, mas depois da correria inicial aos postos de saúde quando foi noticiado o aumento do número de casos de febre amarela, que formou filas e mais filas, agora tem vacina encalhada e muita gente que ainda não se protegeu. Parte da culpa é da proliferação de boatos que anda circulando. Para tirar de vez todas as dúvidas sobre a doença e a vacinação, com informações confiáveis e seguras, o Ligado em Saúde fala novamente sobre febre amarela. Para abordar o tema, a apresentadora Marcela Morato conversa com o coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rivaldo Venâncio da Cunha e o Prof. Reinaldo Menezes, diretor de Bio Manguinhos, o qual esclarece que a vacina sobre a febre amarela produzida pela Fiocruz é uma vacina segura, eficaz e é pré qualificada pela Organização Mundial da Saúde, portanto exporta vacina para o mundo inteiro.

Conjuntivite [de surtos recorrentes]

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Desde o carnaval, como frequentemente acontece no verão, algumas cidades brasileiras enfrentaram surtos de conjuntivite. O Rio de Janeiro foi uma delas. A maioria das pessoas conhece os sintomas: olhos vermelhos, ardência e coceira na região. Como a doença é altamente contagiosa, é comum que ela se espalhe com facilidade. Mas é possível evitar que isso aconteça. Por isso, o programa vai dar orientações para prevenir a transmissão da conjuntivite, explicar os diferentes tipos da doença e dar dicas de como aliviar os sintomas. Para falar sobre o assunto, a apresentadora Marcela Morato recebe o oftalmologista Arlindo Pontes da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

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