Fundação Oswaldo Cruz

Prevenção de doenças transmitidas por pombos

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Os pombos são comuns na maioria das grandes cidades do país. Fazem parte da paisagem de praças, ruas e avenidas e, muitas vezes, encontram abrigo e alimento bem perto das nossas casas. Mas existe a possibilidade dessas aves transmitirem doenças aos seres humanos e, por isso, a apresentadora Marcela Morato conversa com o veterinário, técnico do Centro de Controle de Zoonoses da Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, Sílvio Pimentel. Participantes: Fernando Octavio Duarte Braga, diretor da Escola Rivadávia Corrêa; Rafaelle da Costa Aleixo, estudante de 13 anos; Letícia Gomes Moreira, estudante de 13 anos; Douglas Macedo, médico veterinário do Centro de Zoonoses da Prefeitura do Rio

Gota [doença reumatológica]

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A gota é uma doença reumatológica, isso é, que ataca os tecidos conjuntivos como articulações, ligamentos, tendões, ossos e músculos, causada pelo excesso de ácido úrico no sangue, que provoca muita dor nas articulações e geralmente acomete homens com mais de 40 anos. Um dos principais sintomas da doença é uma dor forte no dedão do pé. O programa vai explicar a importância de procurar orientação médica logo no começo, como é a prevenção de crises e a importância da alimentação para quem sofre da doença. Para falar sobre o assunto, a apresentadora Marcela Morato recebe o reumatologista, professor associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Geraldo Castelar.

Doença falciforme

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Vídeoaula sobre "Doença falciforme", por Dra. Marilda de Souza Gonçalves, pesquisadora titular do Instituto Gonçalo Muniz da Fiocruz Bahia (IGM-Fiocruz-BA) e professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Ciência, cultura e educação para enfrentamento das desigualdades sociais no semiárido brasileiro

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Videoaula sobre "Ciência, cultura e educação para enfrentamento das desigualdades sociais no semiárido brasileiro", por Dra. Socorro Souza, graduada em Filosofia e História, mestre em política social e doutoranda em Educação em Ciências e Saúde, desde 2015 é pesquisadora da Fiocruz de Brasília onde atua também como docente na Escola Fiocruz de Governo, tendo larga experiência em Educação Popular, desenvolve pesquisa e projetos de formação voltado para o direito das populações com histórico de exclusão social, principalmente camponeses, indígenas e mulheres. Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Racismo, saúde e formação profissional

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Vídeoaula sobre "Racismo, saúde e formação profissional", por Dra. Roseli Rocha, assistente social do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), integrante da coordenação colegiada do comitê pro-equidade de gênero e raça da Fiocruz com mestrado em política social e doutorado em serviço social. Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Saúde Indígena

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Vídeoaula sobre Saúde indígena, por Ricardo Ventura Santos, antropólogo, professor do departamento de antropologia do Museu Nacional da UFRJ e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fiocruz. Desde os anos 80 em colaboração com uma rede de colegas no Brasil e no exterior, desenvolve pesquisa sobre etinicidade em saúde com foco nos povos indígenas. Participação durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Determinantes sociais da saúde

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Videoaula sobre "Determinantes Sociais da Saúde ", por Dr. Paulo Marchiori Buss, pesquisador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (CRIS/Fiocruz). Participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2018 com o tema "Ciência para a redução das desigualdades” e por meio da realização do Colóquio Fiocruz.

Onde está o dinheiro da saúde?

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Aplicativo idealizado pela pesquisadora Islândia Maria Carvalho de Sousa, doutora em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), que atua no Departamento de Saúde Coletiva da Fiocruz Pernambuco - Instituto Aggeu Magalhães. A iniciativa é um dos resultados do incentivo da Vice-presidência de Educação, Informação e Comunicação – por meio do Campus Virtual Fiocruz – a projetos com foco em acesso aberto. As informações sobre os orçamentos públicos dos municípios, estado e União são de acesso público e gratuito a qualquer cidadão brasileiro. No entanto, as informações são apresentadas em uma linguagem contábil e específica do campo da saúde e o cidadão desprovido de conhecimentos sobre contabilidade e administração pública, ou mesmo com um baixo grau de escolaridade, não consegue compreender com clareza o conteúdo dos relatórios disponibilizados pelo sistema. Assim, faz-se necessário a tradução tanto para o cidadão usuário do SUS, quanto para os conselheiros de saúde com os mais diferentes níveis de instrução. A perspectiva é que, com as informações corretas, o cidadão possa acompanhar mais de perto os investimentos em saúde realizados em seu município e possa também avaliar os investimentos dos governos federal e estadual no seu município. Com o aplicativo, qualquer cidadão brasileiro pode acompanhar os investimentos em saúde pública. Usamos uma linguagem simples e o acesso é livre para que todos saibam como seu dinheiro está sendo aplicado. Na prática, estamos falando de oferecer mais transparência em relação ao uso do dinheiro público. Para instalação do aplicativo click no link abaixo

Práticas integrativas no SUS: biodança e dança circular

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Biodança, ou dança da vida, tem por objetivo estimular a comunicação das pessoas com o próprio corpo e com as outras pessoas, mas também permitir uma fuga à rotina quotidiana, de forma divertida e equilibrada. A prática de biodança vai assim além do conceito de movimentar-se e trabalha a evolução do indivíduo, desenvolvendo o seu lado emocional, além do aspecto físico. Serve como pausa no seu quotidiano e como momento para respirar e desligar-se da ansiedade do dia-a-dia, voltando o olhar para o próprio corpo, mente e emoção. As Danças Circulares fazem parte de um movimento de dança contemporânea que surgiu com Bernhard Wosien (1908-1986), bailarino polonês/alemão, professor de danças, pintor que, a partir das décadas de 1950 e 1960 pesquisou e divulgou danças circulares de vários povos, buscando a valorização das diversidades das culturas, e contando com o apoio para o desenvolvimento de suas práticas da Comunidade de Findhorn, na Escócia, onde viveu por muitos anos. Nas Danças Circulares o que importa é que o grupo vivencie as danças, sejam estas meditativas, folclóricas e/ou contemporâneas, respeitando a forma como cada um coloca seu corpo em movimento e em diálogo com a presença das outras pessoas, buscando uma experiência de integração, em que emerge uma prática coletiva na qual as individualidades também têm seu espaço e seu papel. Algumas pessoas encontram nas Danças Circulares mais do que a possibilidade de aprender sobre uma arte, sobre outras culturas ou apenas para movimentar o corpo, pois podem conquistar igualmente uma experiência de autoconhecimento, de libertação, de solidariedade e, para alguns, até mesmo de outras expressões de amizade, de amor, de espiritualidade, todas essas expressões complexas e indizíveis de sociabilidade humana. A apresentadora Marcela Morato conversa com Andréa Zattar sobre essas práticas integrativas e complementares do SUS com a diretora da Escola de Biodança Rolando Toro - RJ.

Lesão Muscular [como prevenir e tratar]

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Lesões musculares podem acontecer com qualquer um. Apesar de serem comuns na prática de esportes, elas podem ocorrer também na realização das atividades mais banais do dia-a-dia. E como prevenir e tratar uma lesão muscular? Quando é necessário procurar ajuda profissional? Essas e outras dúvidas vão ser esclarecidas com o ortopedista Marcelo Mandarino do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) e Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

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